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Formação de líderes é prioridade dos treinamentos nas empresas
Danilo Sanches

 

Uma pesquisa realizada pela ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento) aponta em média 44% das empresas destaca que a implementação de programas de desenvolvimento de lideranças como a maior prioridade para o próximo ano. O cenário positivo das expectativas de crescimento econômico do país faz da área de treinamento e desenvolvimento (T&D) a grande tendência do mercado a fim de suprir as lacunas de qualificação de mão-de-obra que ainda separaram os funcionários das oportunidades de mercado.

“O mercado brasileiro vem amadurecendo muito”, afirma o diretor da ABTD, Alexandre Slivnik. “Com o potencial crescimento do Brasil para os próximos anos, as empresas estão tomando ciência de que esse crescimento será sustentável apenas se investirmos cada vez mais no treinamento e desenvolvimento dos profissionais.”

Por outro lado, s pesquisa aponta um nível de investimentos em treinamento ainda em decadência dentro das organizações. Em função dos impactos do cenário econômico em 2010, em que grande parte cresceu pouco em relação a 2008 (antes da crise econômica e financeira do final daquele ano), mais de dois terços das empresas protelam para 2011 os grandes investimentos no setor. Para este ano, o aumento médio previsto é de 4% em relação aos investimentos do ano passado. Porém, apenas 26% das organizações consideram que terão aumento real nestes investimentos.

Apesar dos números mostrarem um mercado ainda em aquecimento, Slivnik acredita no aumento da importância da capacitação dentro das empresas. “Nem todas as empresas estão preparadas, porém muitas já estão investindo em um planejamento de cargos e salários mais eficientes”, afirma Slivnik. “Acredito que agora estamos no caminho certo para buscar um crescimento cada vez mais sustentável.”

O desenvolvimento de funcionários através de coaching (treinamento pessoal para melhoria de performance) foi destacado por 9% das 287 empresas entrevistadas pela ABTD. O dado mostra ainda a preocupação com a capacitação pessoal dos funcionários. “Devemos ter a ciência que formamos os profissionais para eles utilizarem os conceitos na vida como um todo”, explica Slivnik. “Não devemos ter limitação de que ele usará apenas na organização os conhecimentos adquiridos com a capacitação, pois com isso limitaríamos a criação e transformação desse profissional.”

Encabeçando a lista dos principais focos para o próximo ano, elencados pelas 287 empresas entrevistadas pela ABTD, estão a formação de líderes, o desenvolvimento de pessoas e carreiras, a gestão de pessoas e a gestão do conhecimento. Isto aponta para a crescente demanda de capacitação, que normalmente nas empresas é feita em formato de cursos, treinamentos externos e workshops.

Em 2010, o número de horas investidas por funcionário aumentou para 45, ante 38 horas por pessoa ao ano, registrado pela pesquisa da entidade. O número de horas investidas elevou também o percentual de investimentos em T&D, durante o ano, em relação à folha de pagamento. Em 2010, os treinamentos representaram em média 3,7% da folha de pagamento das empresas, uma alta em comparação aos 3,2% gastos em 2009.

 

À distância

A pesquisa da ABTD apontou ainda uma predominância de treinamentos externos nas empresas, em média 55%. Os investimentos em treinamentos à distância, em função deste cenário, têm crescido bastante. Em relação a 2009, a porcentagem de funcionários que concluem um treinamento à distância saltou de 88% PA 91% no último ano.

Por outro lado, segundo a ABTD, ainda existe uma fatia de 42% das empresas do país que não usam soluções que envolvam tecnologia para a realização dos treinamentos.

De acordo com a Catho, a idéia é de manter a qualificação e aprimoramento dos profissionais permitindo dar mais flexibilidade aos treinamentos e aproveitar o desenvolvimento da cultura do e-learning no Brasil. Desde 2008, o número de organizações que usam os serviços da empresa subiu de 100 para 159.


Fonte: Revista Segredo do Sucesso (Ed. 25 – págs. 8 à 10)
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