Como realizar controles eficazes na redução de riscos?

Redução de riscos

Conhecer os riscos e saber lidar com esse tipo de situação é essencial para que a empresa evolua e seja gerenciada de forma eficiente. É por conta disso que diversas empresas adotam o sistema de gestão de riscos, para que de forma organizada e totalmente padronizada, a empresa possa minimizar perdas, aumentar a produtividade da equipe, garantir o compliance e mais uma série de benefícios que a redução de riscos possa oferecer para garantir melhor desempenho corporativo.

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Porém, para que haja sucesso na eliminação ou redução dos riscos, é preciso trabalhar na realização de controles eficazes e é exatamente sobre isso que falaremos no artigo de hoje. Portanto, se a sua empresa precisa de controles eficazes para garantir o gerenciamento de riscos, continue acompanhando este texto na íntegra.

Antes de tudo, que tal entender o que é gestão de riscos?

De forma simples e resumida, podemos definir como gestão de risco um conjunto de providências que são tomadas por uma empresa para evitar e/ou minimizar perdas e garantir o aproveitamento de oportunidades. A ferramenta pode ser aplicada em qualquer área da organização e contempla atividades de identificação de riscos, análise, avaliação, decisão de estratégias de resposta aos riscos, planejamento e execução das ações para garantir que o risco seja minimizado ou deixe de existir, bem como monitoramento e comunicação.

O conceito de gestão dos riscos está inserido em praticamente todas as normas ISO, como por ex.: a ISO 9001, ISO 14001, ISO 27001, ISO 37001, ISO 45001, ISO 50001, ISO 55001

Entendendo cada etapa da gestão de riscos

O processo de controle e minimização/eliminação dos riscos obedece a lógica do PDCA que compreende a identificação e avaliação dos riscos, planejamento, execução das mudanças e ações para avaliação da eficácia das melhorias. Seguem as principais etapas:

1 – Identificar os eventos indesejados

Basicamente, eventos indesejados são aqueles cenários que contam com potenciais impactos negativos nos objetivos da empresa. Os fatores geradores dos riscos podem estar relacionados ao projeto do produto ou serviço, operações, segurança, saúde, meio ambiente, desempenho jurídico e financeiro e estas são apenas alguns exemplos do que pode ser atingido sem a devida gestão para garantir a redução de riscos na empresa.

Tais situações podem acontecer por conta de fatores externos, informações incompletas e possíveis variações no desempenho da área ou até mesmo da própria organização. A partir do momento que o evento é identificado, é possível priorizá-lo para análise.

2 – Selecionar as melhores opções de tratamento de riscos para tais eventos indesejados

A melhor maneira de garantir o gerenciamento de riscos é eliminar a fonte de risco que pode dar origem a ele. Casos em que a eliminação não é uma opção, é possível substituir a fonte de risco por algo menos perigoso e que minimize exposições. Apresentamos abaixo a hierarquia de controle dos riscos, em ordem de prioridade. Vamos dar o exemplo de um motor muito ruidoso:.

Exemplo

  1. Eliminação da Fonte (mais prioritário)

Eliminação do motor

  1. Substituição da Fonte

Trocar o motor antigo por um mais novo menos ruidoso

  1. Medidas de Engenharia

Enclausurar o motor em uma caixa ou trocá-lo de local

  1. Medidas administrativas

Proibir a entrada de pessoas no local, sinalizar o local

  1. Proteção Individual (menos prioritário)

Uso de EPI para redução de exposição do indivíduo ao ruído

A hierarquia de controle dos riscos é descrita na ISO 14001 e ISO 45001.

3 – Identificar controles ideais para atingir a redução de riscos necessários

A definição dos controles para reduzir riscos é uma das etapas mais importantes do processo. Para isso, devemos buscar as causas dos fatores geradores de risco. Podemos utilizar diversas técnicas, entre elas, a Análise Bow Tie (BTA), Árvore de Falhas, Diagrama de Ishikawa, 5 Porques, etc. Sempre devemos lembrar que a ferramenta escolhida deve ser coerente com a amplitude do risco. A partir da ferramenta de identificação de causas, devemos propor ações que estruturam a melhoria, conforme veremos abaixo.

4 – Selecionar métodos implementar a melhoria e medir a eficácia dos controles

Maximizar a eficácia operacional do controle: esse é o principal objetivo que a gestão e otimização dos controles precisam se concentrar. Sendo assim, podemos destacar que a eficácia do controle conta com três componentes: a disponibilidade e o uso do controle quando necessário, a capacidade do controle de funcionar conforme necessário e a extensão na qual o controle elimina ou minimiza a exposição a uma situação ou atenua a severidade da consequência.

A ações para minimização dos riscos devem incluir, entre outras, revisão de processos, desenvolvimento ou revisão de procedimentos/instruções de trabalho, elaboração de planos de controle e check lists, planejamento de treinamentos, criação de indicadores, revisão da infraestrutura, etc. Nosso objetivo deve ser sempre sistematizar o processo de melhoria visando garantir que ele seja eficaz e perdure ao longo do tempo.

É importante ressaltar que os controles precisam ser específicos, mensuráveis, auditáveis e além disso, medidas quantitativas de eficácia precisam ser adotadas, principalmente para casos de controles críticos. Por fim, é preciso que a implementação e o monitoramento de tais processos de controles sejam devidamente documentados para que assim, seja possível atingir a eficácia e garantir também que façam parte de todo o processo de tomada de decisão por parte da gestão.

Tendo em vista todas as situações citadas acima, podemos concluir que a gestão de riscos é uma ferramenta muito importante no gerenciamento das empresas, que tem como principal objetivo fazer com que as organizações atinjam seus objetivos e tais etapas são estipuladas segundo a ISO 31000.

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